O 9º Congresso Espírita Mundial (Internacional) acontecerá na Cidade do México nos dias 4, 5 e 6 de outubro de 2019, abordando “Edificando o Homem Espiritual do Futuro”.

Congresso Espírita Mundial

O Espiritismo se espalhou pelo mundo desde a publicação das Obras Básicas de Allan Kardec e ele faz referências significativas na “Revista Espírita”.

Durante os Congressos Espiritualistas Internacionais, iniciados em Barcelona em 1888, com atuação de Amália Domingo Soler, e prosseguindo por vários países ocorreram apresentações marcantes de Léon Denis (inclusive representando a FEB), Gabriel Delanne, Cesare Lombroso e outros pioneiros destacados.

Depois das grandes guerras e final dos regimes autoritários europeus, com base no interesse pela expansão do Espiritismo no Brasil, o presidente da FEB, Francisco Thiesen, liderou a realização do 1º Congresso Espírita Internacional, em Brasília, no ano de 1989…

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Congresso Espirita Mundial

Participação no Evento
9 Congresso Espírita Mundial

Consulte o site oficial:

https://9cem.com/
Inscrição = USD120,00 (diretamente pelo site oficial)

EVENTO ESPÍRITA

9 CONGRESSO ESPÍRITA MUNDIAL

MÉXICO – 2019

PROGRAMA COMPLETO – RW TURISMO

28/09 – Sábado – Embarque – GUARULHOS / MÉXICO – 23H15 (07H10)

Apresentação por volta das 19h (4 horas antes), no aeroporto Internacional de Guarulhos, balcão LATAM, para embarque com destino a Cidade do México.


29/09 – Domingo – CIDADE DO MÉXICO / PUEBLA

Chegaremos na Cidade do México às 7h10 e seremos recebidos pelo nosso guia local, que nos conduzirá para nosso ônibus. Receberemos uma caixa de café da manhã, que poderemos desfrutar enquanto viajaremos para a bela cidade de Puebla, que fica a duas horas da Cidade do México.

Em Puebla, vamos conhecer alguns dos seus lugares mais interessantes. Num dos restaurantes típicos da cidade, vamos apreciar o Mole. Uma pasta escura que se originou nesta cidade por uma freira que experimentou com mais de 27 ingredientes até produzir este famoso prato. Após almoço, faremos o check-in em um hotel de arquitetura colonial e teremos o resto da tarde para descansar e aproveitar a cidade por conta própria.

Hospedagem. Jantar não incluído.


Puebla - México

PUEBLA – A cidade de Puebla está entre os passeios mais populares pelos arredores da Cidade do México. Com título de uma das mais antigas cidades do México e Patrimônio Cultural protegido pela UNESCO, a Heroica Puebla de Zaragoza surpreende não só pelo pomposo nome, mas também pelas belas atrações que oferece aos visitantes. Localizada a 130 km da Cidade do México, Puebla está entre os destinos mais populares para os turistas, que desejam um passeio pelos arredores da região metropolitana. Cercada por vulcões, repleta de prédios históricos e origem da tradicional culinária poblana, Puebla é visita imperdível para quem gosta de cidades autênticas, tradicionais e repletas de vida. Fundada em 1531 pelos espanhóis. Entre as principais atrações de Puebla, estão o centro histórico, também chamado de Zócalo; a magnífica Catedral de Puebla — Catedral de Nuestra Señora de la Inamaculada Concepción, construída entre os séculos XVI e XVII; Callejon de los Sapos, uma via de comércio repleta de artesanatos e casinhas coloridas; a Casa de la Cultura, onde está a magnífica Biblioteca Palafoxiana; e alguns museus, como o Museu Amparo e o Museu Casa de los Serdán. A cidade é repleta de excelentes restaurantes e será difícil não querer experimentar alguns deles.   


 30/09 – Segunda – PUEBLA / CIDADE DO MÉXICO

Café da manhã. Sairemos por volta das 10h para a Cidade do México, onde almoçaremos. Após almoço, faremos o check-in no Hotel Sheraton Maria Isabel, que está localizado perto da Avenida Reforma, a mais importante artéria da cidade, onde está localizado o Anjo da Independência, o ícone da cidade, colocado ali para celebrar os primeiros 100 anos de independência mexicana. Teremos o resto da tarde para descansar e aproveitar a cidade por conta própria. Hospedagem. Jantar não incluído.

Avenida Paseo de La Reforma

O grande anjo dourado marca o centro da elegante avenida Paseo de La Reforma. A via, com 12 km de extensão, liga o Centro Histórico ao elegante bairro de Polanco. Uma das principais avenidas da Cidade do México, ela é também uma das mais agradáveis para passear. Arborizada, com espaçosas calçadas para pedestres e muito convidativa a algumas pedaladas de bicicleta, a Avenida Paseo de La Reforma é ponto de visita obrigatório na cidade. O local é repleto de bares, restaurantes, boas lojas e muitos bons hotéis. 


01/10 – Terça – CIDADE DO MÉXICO (a cidade da Soror Juana)

Café da manhã. Viajar de volta no tempo nunca foi tão fácil, quanto visitar a Cidade do México, uma mistura fascinante de estilos arquitetônicos impressionantes, que mostram um passado pré-hispânico, mas também um centro contemporâneo, que está bem conectado com o resto do mundo. Visitaremos o Palácio de Belas Artes, a aposta da “Art Déco” no país e sede temporária de alguns dos mais importantes intérpretes do mundo. Continuaremos até a praça principal, mais conhecida pelos habitantes locais como o Zócalo. Aqui, encontraremos a Catedral Metropolitana, a maior do continente, onde poderemos desfrutar de seus principais destaques, como o retábulo dos reis. Iremos ao Templo Mayor, os restos do que já foi a capital do império asteca, Tenochtitlán, para uma breve visita. Visitaremos o Palácio Nacional (caso esteja aberto), escritório do presidente, para ver os belos murais de Diego Rivera, um dos artistas mexicanos mais reconhecidos do século XX, que retrata a história do México. Visitaremos, também, Castelo de Chapultepec. Vamos desfrutar de um almoço típico em um dos restaurantes mais emblemáticos do centro histórico. No final, visitaremos o antigo Convento de San Jerónimo, um dos espaços mais antigos da Cidade do México. Durante boa parte de sua existência, o prédio abrigou mulheres que se juntaram à Ordem de São Jerônimo, onde puderam estudar livremente. Depois de morar em Nepantla, no Estado do México, Juana Inés de la Cruz se uniu a essa congregação, para se dedicar à sua formação acadêmica. De 1669 até sua morte, em 17 de abril de 1695, Soror Juana escreveu aqui algumas de suas obras mais famosas. Em 1974, os restos da chamada Décima Musa foram identificados e, em 2015, foram transferidos para o antigo Convento para o seu descanso definitivo. Terminaremos o dia comprando artesanato no mercado La Ciudadela. Retornaremos ao hotel. Hospedagem. Jantar não incluído.


Sor Juana Inês de La Cruz-1772 Sóror Juana Inés de la Cruz ou, simplesmente, Sóror Juana (San Miguel Nepantla, 12 de novembro de 1651 — Cidade do México, 17 de abril de 1695) foi uma religiosa católica, poetisa e dramaturga nova-espanhola mexicano-espanhola. Foi a última dos grandes escritores do Século de Ouro.Curiosidade: Sóror Juana aparece nas cédulas mexicanas de alto valor. É a única artista que aparece nas notas, além de Nezahualcóyotl, também poeta. Inicialmente apareceu nas notas de mil pesos, que, com a inflação, acabaram se tornando moedas. Depois do corte de três zeros sofrido pelo peso, Sóror Juana saiu de circulação brevemente, para reaparecer nas notas de duzentos.

Palacio de Belas Artes México Palácio de Belas Artes – O teatro mais importante da Cidade do México atrai turistas do mundo inteiro, principalmente, pelos famosos murais de Diego Rivera. Mas eles não são os únicos pontos de interesse do Palácio de Belas Artes, que possui uma agenda lotada com as mais variadas óperas e apresentações artísticas, além de abrigar dois museus: o Museu do Palácio de Belas Artes e o Museu da Arquitetura.

Soquete Zócalo – O centro histórico é a principal região turística da Cidade do México, porque reúne as ruínas astecas de Tenochtitlan, o Templo Mayor, a arquitetura colonial da Nova Espanha, — como era chamada a Cidade do México — a Praça da Constituição, o Palácio do Governo e outros dos pontos turísticos mais famosos do país.

Catedral de México Catedral Metropolitana – É a sede episcopal da Arquidiocese do México, a catedral primacial do país. Sua construção durou mais de 200 anos, o que marcou sua arquitetura com diferentes estilos: o barroco, o neoclássico e o renascentista. Passeio obrigatório para quem gosta de conhecer igrejas dos lugares aonde passa.

 Museu do Templo Mayor – As ruínas em meio às construções no Centro Histórico da Cidade do México parecem cenário de filme. Só mesmo ao vivo para entender que aquelas ruínas fazem parte do centro mais importante da antiga civilização mexica (como os mexicanos se referem aos astecas). O Museu del Templo Mayor foi criado para preservar e apresentar aos mexicanos e ao mundo o sítio arqueológico e as mais de 14 mil relíquias encontradas durante as escavações realizadas entre os anos de 1978 e 1982. É um deleite para os amantes de história, especialmente a pré-colombiana, ou seja, antes da chegada dos europeus na América.

 Tenochtitlán – Tenochtitlán era considerada a capital do Império Asteca durante o período Pós-Clássico da Mesoamérica. Tenochtitlán localizava-se onde atualmente é a Cidade do México. A palavra asteca significa “gente de Aztlan”, uma importante cidade com localização desconhecida; asteca também compreende um termo usado para designar vários grupos, como mexicas, chalcas e huaxtecas.

 Palácio Nacional – O Palácio Nacional, é a sede do Poder Executivo federal do México, estando localizado na Praça da Constituição (o Zócalo), num terreno com 40 000 m² situado no centro histórico da Cidade do México. O local onde se ergue actualmente tem sido ocupado por palácios da classe governante no México desde o Império Asteca e grande parte dos materiais de construção do actual palácio pertenceram ao original pertencente a Montezuma II.

 Castelo de Chapultepec – O Castelo de Chapultepec fica dentro do Bosque de Chapultepec — obviamente. O acesso custa, em média, 70 pesos durante a semana e é gratuito aos domingos. O palácio foi construído na colina do Chapulín (gafanhoto), daí o seu nome Chapultepec, que significa exatamente “colina do gafanhoto”. Dentro, você vai saber um pouco mais sobre a história dos governantes do México do século XX.

Convento de São Jeronimo  Convento de San Jerónimo – O Convento de São Jerónimo, fundado como Convento de Nossa Senhora da Expectativa, era um templo católico que pertencia às freiras da Ordem de São Jerônimo da Cidade do México, na Nova Espanha, e onde se destaca a poeta neo-hispânica Sor Juana Ines. A cruz. Devido a sua aquisição pela Universidade do Claustro de Sóror Juana, deixou sua função de culto eclesiástico tornar-se o ex-templo, o principal auditório da UCSJ, embora conservasse seus retábulos e pinturas barrocas em relação a Sóror Juana Inês da Cruz. O convento, é uma construção que data do final do século XVI e está localizado no centro histórico da Cidade do México, a apenas um quarteirão da estação de metrô e a três quadras da estação Pino Suarez.

 Ordem de São Jerônimo – A Ordem de São Jerónimo é uma ordem religiosa católica de clausura monástica e de orientação puramente contemplativa surgida no século XIV. Fundada por Tommasucio da Foligno e inspirada na vida de São Jerónimo, foi aprovada no ano de 1373 pelo Papa Gregório XI, que residia na época em Avinhão. É uma ordem religiosa exclusivamente hispânica, dado que apenas se implantou em Espanha e em Portugal, e esteve bastante vinculada às monarquias reinantes de ambos os países. Prescrevendo uma vida de solidão e silêncio, de oração assídua e penitência animosa, a Ordem de São Jerónimo procura levar os seus monges e monjas à união mística com Deus, consciente de quanto mais intensa for essa união, por sua própria doação na vida monástica, tanto mais esplêndida se faz a vida da Igreja e mais vigorosamente se fecunda o seu apostolado. A vida do monge jerónimo é pautada pelo equilíbrio entre a oração e o trabalho.

 02/10 – Quarta – CIDADE DO MÉXICO (Infância de Sóror Juana Inés de la Cruz)

Café da manhã. Saída para Nepantla, cidade onde nasceu a Sóror Juana Inês de la Cruz. Da casa onde Sóror Juana nasceu, parte das paredes da cozinha são agora preservadas e abrigadas no Centro Cultural Sóror Juana Inés de la Cruz, um museu inaugurado em 1995, onde esses restos são preservados, assim como outros objetos e pinturas de a era colonial. Depois, vamos viajar para uma fazenda, que remonta ao século 17, onde essa escritora da Nova Espanha viveu entre três e oito anos de idade e escreveu seus primeiros poemas entre suas paredes. Diz-se que a Décima Musa aprendeu a ler aqui na biblioteca de seu avô, que alugou o lugar, embora fosse forçada a fazê-lo secretamente. Aqui vamos desfrutar de uma “caixa de almoço”. Quando voltarmos para a cidade, visitaremos o museu mais importante do país, o Museu de Antropologia, que reúne algumas das peças mais impressionantes de grupos étnicos antigos e atuais, incluindo o “Calendário asteca”, que não é asteca, nem calendário. Descubra o porquê. Retornaremos ao hotel. Hospedagem. Jantar não incluído.

Nepantla de Sor Juana Inês da Cruz, também chamado San Miguel Nepantla, é uma cidade mexicana localizada no município de Tepetlixpa (Estado do México). Nesta cidade nasceu a famosa poeta Sóror Juana Inés de la Cruz, uma das figuras mais importantes da literatura espanhola de estilo barroco.

Museu Nacional de Antropologia do México

Museu de Antropologia – Uma das mais famosas atrações da Cidade do México, o Museo Nacional de Antropología merece todas as recomendações. Ele é uma atração única, que pode tranquilamente preencher todo o seu dia. Entre exposições, esculturas e pequenos templos, você irá se apaixonar um tantinho a mais pela cultura dessa cidade tão encantadora.


03/10 – Quinta – CIDADE DO MÉXICO (A cidade dos deuses)

Café da manhã. Em seguida, viajaremos 48 km da Cidade do México e visitaremos Teotihuacán, ou a cidade onde os homens se transformam em deuses, comoBasilica de Nossa Senhora de Guadalupe os mexicanos costumavam acreditar. Eles ficaram tão impressionados com essas misteriosas ruínas, que os levaram como inspiração para construir Tenochtitlán, sua capital. Ainda hoje, os especialistas sabem muito pouco sobre o sítio arqueológico mais visitado no México, que já foi o centro mais importante da região, com quase 45.000 habitantes e ninguém sabe realmente quando foi fundado ou abandonado, mas acredita-se que apenas 5% da cidade pré-hispânica foi escavada até agora. Se você está preparado, suba as maiores construções neste Patrimônio Mundial da UNESCO, as pirâmides do Sol e da Lua, depois da visita em torno deste lugar sagrado e maravilhoso.Continuaremos em um restaurante local para desfrutar do nosso buffet de almoço e uma apresentação pré-hispânica. Durante o retorno ao hotel, visitaremos a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, patrona das Américas. Este é o santuário mariano mais visitado do mundo e nos ensina a história de como se forma a cultura mexicana e o papel de Nossa Senhora de Guadalupe no processo de evangelização e colonização dos povos indígenas.

Teotihuacan

Teotihuacán – As ruínas de Teotihuacán são o sítio arqueológico mais visitado do México. Acredita-se que cidade tenha sido fundada por volta de 100 a.C., enquanto os principais monumentos continuaram sendo construídos até cerca de 250 d.C. A Pirâmide do Sol, com 65 metros de altura e 225 metros de cada lado, vai atrair o seu olhar de longe.

 Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe – A Basílica de Guadalupe é a igreja mais importante do México. Além disso, é a mais visitada nas Américas e a segunda mais visitada no mundo. Ela “perde” somente para a Basílica de São Pedro, em Roma.

 

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Auditório BlackBerry – Localizado em Puerta Condesa
Onde ocorrerá o evento espírita
9 Congresso Espírita Mundial


 04/10 – Sexta – Evento espírita 9 Congresso Espírita Mundial

Café da manhã. Traslado do grupo para o auditório Blackberry – ida e volta. Horário a combinar.

Hospedagem. Não inclui almoço ou jantar.


05/10 – Sábado – Congresso Espírita Mundial

Café da manhã. Traslado do grupo para o auditório Blackberry – ida e volta. Horário a combinar.

Hospedagem. Não inclui almoço ou jantar.


06/10 – Domingo – Congresso Espírita Mundial

Café da manhã. Traslado do grupo para o auditório Blackberry – ida e volta. Horário a combinar.

Hospedagem. Não inclui almoço ou jantar.


 07/10 – Segunda – CIDADE DO MÉXICO

Café da manhã. Dia livre para explorar a cidade por conta própria.


 08/10 – Terça – CIDADE DO MÉXICO – 17h20 / 05h10

Café da manhã.  Manhã livre. Em horário adequado (+/- 14h), traslado do grupo para o aeroporto da Cidade do México, para embarque. Saída prevista às 17h.


09/10 – Quarta – BRASIL

Chegada prevista às 05h10.

  • Recepção no aeroporto da cidade do México e traslado até hotel em Puebla.
  • Uma noite de hospedagem em Puebla – Hotel 4*.
  • Oito noites na Cidade do México – Hotel 5* – Sheraton Maria Isabel Hotel & Towers.
  • Dez cafés da manhã, sendo o primeiro na chegada, na manhã de 29/10 (in box).
  • Cinco almoços, com 2 bebidas não alcoólicas por pessoa, durante percurso dos passeios
  • Sistema de áudio para que as pessoas escutem ao guia (sempre que necessário).
  • Transporte em ônibus de turismo, privativo, executivo luxo, com ar condicionado, conforme roteiro.
  • Guia de Turismo Oficial em português.
  • Passeios incluídos conforme roteiro, inclusive com todos os ingresos necessários.
  • Traslados Hotel/ Blackberry/ Hotel – ida e volta privativo (uma vez ao dia, hora marcada) – três dias.
  • Gorjetas para pessoal de aeroporto, mensageiros, camareiras nos hotéis e garçons.
  • Taxas hoteleiras e VAT.
  • Traslado de saída, Hotel/ aeroporto – assistência para embarque.

Inclui Ainda

  • Assistência para embarque no Aeroporto Internacional de São Paulo.
  • Passagem aérea – Bloqueio RW/ LATAM.
  • Gorjeta aos guias e motoristas.
  • KIT / Bolsa de viagem, personalizada RW Turismo.
  • Seguro (Assistência) de viagem – GTA – 11dias.
  • Acompanhantes da RW Turismo durante toda a viagem.

Documentos necessários para viagem – a ser providenciado pelo passageiro

  • Turismo: Passaporte com data de expiração superior a 6 meses da data da viagem.

Consulte: Site da Polícia Federal

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Outubro
Temperatura média 17°C
Temperatura mais elevada 23°C

Leia mais em https://www.onde-e-quando.net/when/america-central/mexico/outubro/#qMZuEDyeIs9BTCJd.99

  • CONSULTE PACOTE DE 3 NOITES / 4 DIAS – EXTENSÃO A CANCUN

– 08 a 11/10/2019

JOANNA DI ANGELIS

Joanna di Angelis

Joanna de Ângelis (Espírito)

Um Espírito que irradia ternura e sabedoria, despertando-nos para a vivência do amor na sua mais elevada expressão, mesmo que, para vivê-lo, seja-nos imposta grande soma de sacrifícios. Trata-se do Espírito que se faz conhecido pelo nome Joanna de Ângelis e que, nas estradas dos séculos, vamos encontrá-la na mansa figura de Joana de Cusa, numa discípula de Francisco de Assis, na grandiosa Sóror Juana Inés de La Cruz e na intimorata Joana Angélica de Jesus.

Conheça agora cada um destes personagens que marcaram a história com o seu exemplo de humildade e heroísmo.

Joana de Cusa

Joana de Cusa, segundo informações de Humberto de Campos, no livro Boa Nova, era alguém que possuía verdadeira fé. Narra o autor que: Entre a multidão que invariavelmente acompanhava JESUS nas pregações do lago, achava-se sempre uma mulher de rara dedicação e nobre caráter, das mais altamente colocadas na sociedade de Cafarnaum. Tratava-se de Joana, consorte de Cusa, intendente de Ântipas, na cidade onde se conjulgavam interesses vitais de comerciantes e de pescadores.

O seu esposo, alto funcionário de Herodes, não lhe compartilhava os anseios de espiritualidade, não tolerando a doutrina daquele Mestre que Joana seguia com acendrado amor. Vergada ao peso das injunções domésticas, angustiada pela incompreensão e intolerância do esposo, buscou ouvir a palavra de conforto de JESUS que, ao invés de convidá-la a engrossar as fileiras dos que O seguiam pelas ruas e estradas da Galileia, aconselhou-a a situá-lo a distância, servindo-O dentro do próprio lar, tornando-se um verdadeiro exemplo de pessoa cristã, no atendimento ao próximo mais próximo: seu esposo, a quem deveria servir com amorosa dedicação, sendo fiel a Deus, amando o companheiro do mundo como se fora seu filho.

JESUS traçou-lhe um roteiro de conduta que lhe facultou viver com resignação o resto de sua vida.
Mais tarde, tornou-se mãe.
Com o passar do tempo, as atribuições se foram avolumando. O esposo, após uma vida tumultuada e inditosa, faleceu, deixando Joana sem recursos e com o filho para criar. Corajosa, buscou trabalhar. Esquecendo “o conforto da nobreza material, dedicou-se aos filhos de outras mães, ocupou-se com os mais subalternos afazeres domésticos, para que seu filhinho tivesse pão. Trabalhou até a velhice.

Já idosa, com os cabelos embranquecidos, foi levada ao circo dos martírios, juntamente com o filho moço, para testemunhar o amor por JESUS, o Mestre que havia iluminado a sua vida acenando-lhe com esperanças de um amanhã feliz.

Narra Humberto de Campos, no livro citado:
Ante o vozerio do povo, foram ordenadas as primeiras flagelações.
− Abjura!… − exclama um executor das ordens imperiais, de olhar cruel e sombrio.

A antiga discípula do Senhor contempla o céu, sem uma palavra de negação ou de queixa. Então o açoite vibra sobre o rapaz seminu, que exclama, entre lágrimas: − “Repudia a JESUS, minha mãe!… Não vês que nós perdemos?! Abjura!… por mim, que sou teu filho!…”
Pela primeira vez, dos olhos da mártir corre a fonte abundante das lágrimas. As rogativas do filho são espadas de angústia que lhe retalham o coração.

Após recordar sua existência inteira, responde:
“- Cala-te, meu filho! JESUS era puro e não desdenhou o sacrifício. Saibamos sofrer na hora dolorosa, porque, acima de todas as felicidades transitórias do mundo, é preciso ser fiel a DEUS!”
Logo em seguida, as labaredas consomem o seu corpo envelhecido, libertando-a para a companhia do seu Mestre, a quem tão bem soube servir e com quem aprendeu a sublimar o amor.

Uma Discípula de Francisco de Assis

Séculos depois, Francisco, o Pobrezinho de Deus, o Sol de Assis, reorganiza o Exército de Amor do Rei Galileu; ela também se candidata a viver com ele a simplicidade do Evangelho de Jesus, que a tudo ama e compreende, entoando a canção da fraternidade universal.

Sóror Juana Inés de La Cruz

No século XVII, ela reaparece no cenário do mundo, para mais uma vida dedicada ao Bem. Renasce em 1651, na pequenina San Miguel Nepantla, a uns oitenta quilômetros da cidade do México, com o nome de Juana de Asbaje Y Ramirez de Santillana, filha de pai basco e mãe indígena.

Após 3 anos de idade, fascinada pelas letras, ao ver sua irmã aprender a ler e escrever, engana a professora e diz-lhe que sua mãe mandara pedir-lhe que a alfabetizasse. A mestra, acostumada com a precocidade da criança, que já respondia às perguntas que a irmã ignorava, passa a ensinar-lhe as primeiras letras.

Começou a fazer versos aos 5 anos. Aos 6 anos, Juana dominava perfeitamente o idioma pátrio, além de possuir habilidades para costura e outros afazeres comuns às mulheres da época. Soube que existia no México uma Universidade e empolgou-se com a ideia de, no futuro, poder aprender mais e mais entre os doutores. Em conversa com o pai, confidenciou suas perspectivas para o futuro. Dom Manuel, como um bom espanhol, riu-se e disse gracejando:

− Só se você se vestir de homem, porque lá só os rapazes ricos podem estudar. Juana ficou surpresa com a novidade, e logo correu à sua mãe solicitando insistentemente que a vestisse de homem desde já, pois não queria, em hipótese alguma, ficar fora da Universidade.

Na Capital, aos 12 anos, Juana aprendeu latim em 20 aulas e português, sozinha. Além disso, falava nahuatl, uma língua indígena. O Marquês de Mancera, querendo criar uma corte brilhante, na tradição europeia, convidou a menina-prodígio de 13 anos para dama de companhia de sua mulher.
Na Corte encantou a todos com sua beleza, inteligência e graciosidade, tornando-se conhecida e admirada pelas suas poesias, seus ensaios e peças bem-humoradas. Um dia, o Vice-rei resolveu testar os conhecimentos da vivaz menina e reuniu 40 especialistas da Universidade do México para interrogá-la sobre os mais diversos assuntos. A plateia assistiu, pasmada, àquela jovem de 15 anos responder, durante horas, ao bombardeio das perguntas dos professores. E tanto a plateia como os próprios especialistas aplaudiram- na, ao final, ficando satisfeito o Vice-rei.

Mas a sua sede de saber era mais forte que a ilusão de prosseguir brilhando na Corte.
A fim de se dedicar mais aos seus estudos e penetrar com profundidade no seu mundo interior, numa busca incessante de união com o divino, ansiosa por compreender Deus através de sua criação, resolveu ingressar no Convento das Carmelitas Descalças, aos 16 anos de idade. Desacostumada com a rigidez ascética, adoeceu e retornou à Corte. Seguindo orientação de seu confessor, foi para a ordem de São Jerônimo da Conceição, que tem menos obrigações religiosas, podendo dedicar-se às letras e à ciência. Tomou o nome de Sóror Juana Inés de La Cruz.

Na sua confortável cela, cercada por inúmeros livros, globos terrestres, instrumentos musicais e científicos, Juana estudava, escrevia seus poemas, ensaios, dramas, peças religiosas, cantos de Natal e música sacra. Era frequentemente visitada por intelectuais europeus e do Novo Mundo, intercambiando conhecimentos e experiências.

A linda monja era conhecida e admirada por todos, sendo os seus escritos popularizados não só entre os religiosos, como também entre os estudantes e mestres das Universidades de vários lugares. Era conhecida como a Monja da Biblioteca.
Se imortalizou também por defender o direito da mulher de ser inteligente, capaz de lecionar e pregar livremente.

Em 1695, houve uma epidemia de peste na região. Juana socorreu durante o dia e a noite as suas irmãs religiosas que, juntamente com a maioria da população, estavam enfermas. Foram morrendo, aos poucos, uma a uma das suas assistidas e quando não restava mais religiosas, ela, abatida e doente, tombou vencida, aos 44 anos de idade.

Sóror Joana Angélica de Jesus

Passados 66 anos do seu regresso à Pátria Espiritual, retornou, agora na cidade de Salvador, na Bahia, em 1761, como Joana Angélica, filha de uma abastada família. Aos 21 anos de idade, ingressou no Convento da Lapa, como franciscana, com o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus, fazendo profissão de Irmã das Religiosas Reformadas de Nossa Senhora da Conceição. Foi irmã, escrivã e vigária, quando, em 1815, tornou-se Abadessa e, no dia 20 de fevereiro, de 1822, defendendo corajosamente o Convento, a casa do Cristo, assim como a honra das jovens que ali moravam, foi assassinada por soldados que lutavam contra a Independência do Brasil.

Nos planos divinos, já havia uma programação para esta sua vida no Brasil, desde antes, quando reencarnara no México como Sóror Juana Inés de La Cruz. Daí sua facilidade extrema para aprender português. É que, nas terras brasileiras, estavam reencarnados, e reencarnariam, brevemente, Espíritos ligados a ela, almas comprometidas com a Lei Divina, que faziam parte de sua família espiritual e aos quais desejava auxiliar.

Dentre esses afeiçoados a Joanna de Ângelis, destacamos Amélia Rodrigues, educadora, poetisa, romancista, dramaturga, oradora e contista que viveu no fim do século passado ao início deste.

Joanna na Espiritualidade

Quando, na metade do século passado, “as potências do Céu” se abalaram, e um movimento de renovação se alastrou pela América e pala Europa, fazendo soar aos “quatro cantos” a canção da esperança com a revelação da vida imortal, Joanna de Ângelis integrou a equipe do Espírito de Verdade, para o trabalho de implantação do Cristianismo redivivo, do Consolador prometido por Jesus.

E ela, no livro Após a Tempestade, em sua última mensagem, referindo-se aos componentes de sua equipe de trabalho diz:
Quando se preparavam os dias da Codificação Espírita, quando se convocavam trabalhadores dispostos à luta, quando se anunciavam as horas preditas, quando se arregimentavam seareiros para Terra, escutamos o convite celeste e nos apressamos a oferecer nossas parcas forças, quanto nós mesmos, a fim de servir, na ínfima condição de sulcadores do solo onde deveriam cair as sementes de luz do Evangelho do Reino.

Em O Evangelho segundo o Espiritismo, vamos encontrar duas mensagens assinadas por Um Espírito amigo. A primeira, no Cap. IX, item 7, com o título A paciência, escrita em Havre, 1862. A segunda, no Cap. XVIII, itens 13 e 15, intitulada Dar-se-á àquele que tem psicografada no mesmo ano que a anterior, na cidade de Bordéus. Se observarmos bem, veremos a mesma Joanna que nos escreve hoje, ditando no passado uma bela página, como o modelo das nossas atitudes, em qualquer situação.

No mundo Espiritual, Joanna estagia numa bonita região, próxima da Crosta terrestre.
Quando vários Espíritos ligados a ela, antigos cristãos equivocados se preparavam para reencarnar, reuniu a todos e planejou construir na Terra, sob o céu da Bahia, no Brasil, uma cópia, embora imperfeita, da Comunidade onde estagiava no Plano Espiritual, com o objetivo de, redimindo os antigos cristãos, criar uma experiência educativa que demonstrasse a viabilidade de se viver numa comunidade, realmente cristã, nos dias atuais. Espíritos gravemente enfermos, não necessariamente vinculados aos seus orientadores encarnados, viriam em condições de órfãos, proporcionando oportunidade de burilamento, ao tempo em que, eles próprios, se iriam liberando das injunções cármicas mais dolorosas e avançando na direção de Jesus.

Engenheiros capacitados foram convidados para traçarem os contornos gerais dos trabalhos e instruírem os pioneiros da futura Obra.
Quando estava tudo esboçado, Joanna procurou entrar em contato com Francisco de Assis, solicitando que examinasse os seus planos e auxiliasse na concretização dos mesmos, no Plano Material.

O Pobrezinho de Deus concordou com a Mentora e se prontificou a colaborar com a Obra, desde que nessa Comunidade jamais fosse olvidado o amor aos infelizes do mundo, ou negada a Caridade aos ‘Filhos do Calvário’, nem se estabelecesse a presunção que é vérmina a destruir as melhores edificações do sentimento moral’.

Quase um século foi passado, quando os obreiros do Senhor iniciaram na Terra, em 1947, a materialização dos planos de Joanna, que inspirava e orientava, secundada por Técnicos Espirituais dedicados que espalhavam ozônio especial pela psicosfera conturbada da região escolhida, onde seria construída a Mansão do Caminho, nome dado em alusão à Casa do Caminho dos primeiros cristãos.

Nesse ínterim, os colaboradores foram reencarnando em lugares diversos, em épocas diferentes, com instrução variada e experiências diversificadas para, aos poucos, e quando necessário, serem “chamados” para atender aos compromissos assumidos na espiritualidade. Nem todos, porém, residiriam na Comunidade, mas, de onde se encontrassem, enviariam a sua ajuda, estenderiam a mensagem evangélica, solidários e vigilantes, ligados ao trabalho comum.

A Instituição crescendo sempre comprometida a assistir os sofredores da Terra, os tombados nas provações, os que se encontram a um passo da loucura e do suicídio.
Graças às atividades desenvolvidas, tanto no plano material como no plano espiritual, com a terapia de emergência a recém-desencarnados e atendimentos especiais, a Mansão do Caminho adquiriu uma vibração de espiritualidade que suplantas humanas vibrações dos que ali residem e colaboram.